| O Povo de Deus |
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Esta é a época do Corpo místico – disse o Papa Pio XII. Mas então, se esta época for vivida, os reflexos na sociedade logo serão evidentes. E um deles deverá ser uma recíproca estima entre os Estados, entre os povos. É algo inusitado. De fato, estamos acostumados a ver acentuadas as fronteiras entre povo e povo; a temer a potência do outro; no máximo, fazem-se alianças em benefício próprio. Mas dificilmente se pensa em agir ― já que a moral popular jamais atingiu este ponto ― unicamente por amor a outro povo. Quando, porém, a vida à maneira do Corpo Místico for tão desenvolvida entre os indivíduos que eles de fato amem a seus próximos, brancos ou negros, vermelhos ou amarelos, como a si mesmos, será fácil transplantar esta lei entre Estado e Estado. E acontecerá um fenômeno novo, pois o amor, ou reconhece como semelhantes, ou faz semelhantes, e os povos aprenderão um do outro o que têm de melhor e as virtudes circularão para enriquecimento de todos. Então haverá realmente a unidade e a variedade, e florescerá no mundo um povo que, embora filho da terra mas moldado pelas leis celestes, poderá declarar-se o “povo de Deus”. Chiara Lubich (em Città Nuova n.21 - 15 de novembro de 1960 - Ideal e Luz, edição brasileira) |
| Sex, 22 de Julho de 2011 12:00 |








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