| Para que o Amor não seja abandonado |
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Castel Gandolfo, 3 de outubro de 2005[...] Em consequência disso, assim como ocorreu em outras cartinhas da época, nasce a decisão de segui-lo e amá-lo neste momento de maior sofrimento, que logo se revelou a nós como o mais alto grau do seu amor. A carta deixa transparecer a consciência que tínhamos da novidade da luz que recebemos com o carisma e da força do amor por Jesus abandonado; uma chama que ardia em nossos corações e que foi acesa em nós pelo seu amor infinito. Após uma descrição atenta da divina paixão que Santa Catarina de Sena nutria por Jesus crucificado, a carta prossegue assim:
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| Seg, 21 de Novembro de 2011 16:35 |








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