Junho de 1973
Os jovens querem ser autênticos, sentem a necessidade de livrar-se de tudo aquilo que os impede de ser verdadeiros. Em Nossa Senhora havia apenas a autenticidade, porque nela não existia "Ela mesma" no sentido do negativo; existia: somente o desígnio de Deus para com ela, sem incrustações do homem velho.
De uma maneira geral, todos pensam, e os jovens de modo particular, que a mulher e o homem precisam necessariamente um do outro para serem completos e nada podem realizar por si só sem o complemento do outro sexo. Pois bem, Maria, que é sozinha, demonstra quanto esta ideia é falsa.
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Anotações de Chiara para uma palestra no VI Congresso Internacional dos gen 2, do livro Aos gen, pág, edição brasileira |
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Sex, 11 de Maio de 2012 12:48 |
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Comentário sobre a Palavra de Vida:
Fogo eu vim lançar sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! (Lc 12,49)
No Antigo Testamento o fogo simboliza a palavra de Deus pronunciada pelo profeta. Mas simboliza também o juízo divino que purifica o seu povo, passando no meio dele.
Assim é a palavra de Jesus: ela constrói, mas ao mesmo tempo destrói tudo aquilo que não tem consistência, aquilo que deve cair, aquilo que é vaidade; e deixa em pé somente a verdade. |
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Seg, 30 de Abril de 2012 08:00 |
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À disposição dos projetos de Deus
No Advento do Reino do Amor!
Caríssima Duccia*,
Eu te deixei antes e assim que o fiz, te abandonei ao Amor, para que faça de ti a S. Catarina dos tempos modernos. Estive em S. Marcos e rezei por Ti, diante do Todo-poderoso. Estava bem perto dele com o corpo e com o coração e Ele me falou de ti. Disse-me que o teu desejo foi acolhido no Céu e Ele, o todo-poderoso, está pronto para a atuação. Disse-me para te falar nestes termos: Querer ser S. Catarina é algo bom. Poder ser S. Catarina, depende totalmente de Deus e depende totalmente de você.
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* Duccia, de alguns anos mais velha que Chiara, era assistente social, trabalhava na Cruz Vermelha e morava na Praça dos Capuchinhos, em Trento, perto do focolare onde Chiara se transferiu em setembro de 1944. Chiara lhe dá como modelo Santa Catarina de Sena, muito popular na Itália, a sua espiritualidade estava centralizada no binômio «Sangue e Fogo». Percebe-se que a Autora começa a ter consciência de ser portadora de um dom, de ter sido escolhida por Jesus para ser sua confidente em relação à sua chaga (cf p. 55). Aparece a palavra “chave” (cf p. 53) que indica que a cruz e sobretudo Jesus Abandonado abrem cada coração, conduzem à santidade. |
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Sex, 27 de Abril de 2012 08:48 |
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Roma, 30 marzo 1959
Certo che la nostra responsabilità è grande, perché noi cristiani dobbiamo essere dei testimoni di Cristo e, da come ci comportiamo, gli altri possono intuire quale sia il messaggio portato da Gesù in terra.
Ma succede che alle volte la testimonianza di Cristo fatta dalle nostre persone sia poca o nulla, o deforme in una maniera o in un’altra.
Caratteri vari e menti indocili all’azione della grazia danno di Gesù un’idea a loro immagine e somiglianza, per cui il mondo che vede e osserva, deduce quanto può dedurre dai dati che possiede: che la religione, ad esempio, piega il collo alle persone, ma non la volontà, nella sua radice più profonda, perché quel dato cristiano che si dice discepolo di Cristo, essendo ancor lui che vive in se stesso e non Cristo in lui, getta un’ombra che vela, nella sua persona, la religione da lui professata. Di conseguenza, continua e si perpetua tragicamente la separazione dei lontani da coloro che, rivivendo l’Amore che è Dio, dovrebbero attrarre il mondo e portarlo al Signore.
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Seg, 23 de Abril de 2012 08:00 |
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Giulia “Eli” Folonari A partitura está escrita no céu Cinquenta anos ao lado de Chiara Lubich
Diálogo com Oreste Paliotti e Michele Zanzucchi Prefácio do card. Stanislaw Dziwisz Roma 2012, Città Nuova, pp.172
Para a coleção “Verso l’unità-Saggi” de Città Nuova, está sendo publicado um prático e pequeno volume de 172 páginas, com o título “A partitura está escrita no céu”.
Um título apropriado para uma testemunha excepcional, Eli Folonari, que esteve ao lado de Chiara Lubich por mais de meio século. É “a partitura” da Obra de Maria, escrita no céu e executada aqui na Terra pelas várias mãos daqueles que, com ela, contribuíram para compô-la, de acordo com o “desígnio” de Deus: os primeiros e as primeiras companheiras, Foco, padre Foresi…. |
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Seg, 02 de Abril de 2012 11:08 |
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Escrito por Caterina Ruggiu
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Um livro curado por Fábio Ciardi: “O castelo exterior, o ‘novo’ na espiritualidade de Chiara Lubich”, constituído pela coleção de escritos do frade carmelita Jesùs Castellano Cervera (1941-2006), Città Nuova, Roma 2011
”Na ampla introdução, sobretudo através de uma série de citações extraídas da correspondência inédita entre frade Jesùs e Chiara, se reconstrói a história de um relacionamento espiritual que amparou e estimulou o caminho não só de um estudioso de espiritualidade, mas também do religioso e sacerdote carmelita descalço, filho de Teresa e de João da Cruz. |
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Sáb, 31 de Março de 2012 10:31 |
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Chiara Lubich Deus Amor aos cuidados de Florence Gillet Città Nuova, Roma 2011
Chiara considerava que a descoberta e a nova descoberta de um Deus que é amor é “a maior aventura do homem moderno”.
Esta seleção abre uma janela para o indizível, isto é, para Deus como Chiara o encontrou ao longo de sua vida. Através de textos aqui reunidos, Chiara nos conduz da descoberta fulgurante de que “Deus a ama imensamente” ao anseio mais profundo de toda a sua vida: a união com Deus. Vem também em relevo o esforço constante para que Ele seja “o único que a fascina” e para ser fiel ao seu Amor e à sua Verdade. |
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Ter, 20 de Março de 2012 16:50 |
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