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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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A irrupção do Espírito Santo na Igreja reunida no Sínodo.

Enquanto se realiza a XV Assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos sobre os Jovens, a fé e o discernimento vocacional, toda a Igreja faz sua a corajosa oração do papa Francisco na homilia da celebração eucarística de abertura: “Que o Espírito nos dê a graça de ser Padres sinodais ungidos com o dom dos sonhos e da esperança, para podermos, por  nossa vez, ungir os nossos jovens com o dom da profecia e da visão”. Em 1987, na VII Assembleia ordinária sobre a Vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo, Chiara, que participou como auditora, experimentou em primeira pessoa esta presença arrebatadora do Espírito. Em uma coligação telefônica ela assim se expressa:

“Como sabem, voltei há pouco do Sínodo, do qual participei junto com 230 bispos e cardeais da Igreja e 60 leigos qualificados. [...]
Como sintetizar tudo em poucas palavras? Como falar sobre a extraordinária experiência que fiz, sustentada pelas orações de vocês?
Poderia expressá-la assim: Vi a força arrebatadora do Espírito Santo na Igreja.
O Sínodo é um caminho de Igreja no qual cada participante (e desta vez também os leigos) dá a própria contribuição, oferece a própria pedrinha ao mosaico, mas no qual, num certo momento, intervém Alguém que supera os indivíduos e o conjunto, orientando tudo de forma potente para um fim por ninguém previsto, para uma nova etapa que a Igreja é chamada a viver e a atravessar em sua história. Este Alguém é justamente o Espírito Santo”.

(In Lo Spirito Santo, organizado por F. Gillet e R. Silva, Città Nuova, Roma 2018, pp. 94-95).

 

“Os frutos do Espírito são: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra estas coisas não existe lei.” - Gl 5, 22-23

Palavra de Vida de janeiro de 1993

O comentário de Chiara Lubich a este trecho da Carta de Paulo aos Gálatas, proposto para o mês de janeiro de 1993, é mais do que nunca atual e convida a um relacionamento profundo e frutuoso com o Espírito Santo. 

A Palavra de Vida deste mês é tirada de uma carta escrita por são Paulo aos gálatas num momento crítico de sua experiência cristã. Influenciados por falsos mestres, eles estavam se desviando do ensinamento evangélico. O apóstolo, para salvar a situação, mostra-lhes o grave erro em que estavam para cair: perder o fruto imenso da redenção, o dom do Espírito Santo que Jesus obteve para nós morrendo na cruz.
No trecho em que encontramos esta frase, são Paulo descreve justamente a distância enorme que existe entre uma vida escrava do egoísmo e uma vida totalmente animada e guiada pelo amor que é próprio de Jesus, e que Ele nos comunicou através de seu Espírito.

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“Vem, Senhor Jesus!”

Rocca di Papa, 23 de março de 1989 

“Vem Senhor Jesus!” é a oração que Chiara Lubich propôs em uma conferência telefônica de 1989, à comunidade dos Focolares no Mundo, em preparação para a Páscoa. Este pensamento pode nos acompanhar nestes dias da Semana Santa para acolher o Ressuscitado em todos os momentos, fazendo de cada dia uma experiência de Páscoa.

Caríssimos,
Hoje é Quinta-Feira Santa, um dia muito especial para nós. Lembra-nos diversas realidades divinas que constituem o centro da nossa espiritualidade. Por isso, todos os anos nesta ocasião, sentimos todo o grande fascínio deste dia. E não raramente, algo  paradisíaco invade a nossa alma.
Com efeito, como não sentir o coração dilatar-se, se a Quinta-Feira Santa enfatiza de modo particular o Mandamento Novo de Jesus, a Unidade, seu Testamento, a Eucaristia, com seu extraordinário dom, e o Sacerdócio que torna possível a Eucaristia?
Reflitamos, então, hoje, com um gesto de imensa gratidão, sobre estes mistérios sublimes, fundamentais para todo cristão, e para nós, de modo especial.

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Diário de Chiara

24 de outubro de 2001

No mês em que recordamos o décimo aniversário da morte de Chiara Lubich, ocorrida em 14 de março de  2008, propomos uma página do seu diário, escrita em outubro de 2001. Esta página revela a sua forte  decisão de amar em cada momento presente, também como preparação para o final da vida.

Vivendo bem (com seriedade) o momento presente, amo a Deus com todo o coração, a mente, as forças. 
O final da vida é o futuro que se tornará presente. Portanto, para se preparar para o “momento do qual a Eternidade depende” basta viver o momento presente, desde agora e sempre. 
No presente, é preciso morrer sempre para ressuscitar. O nosso modo? Embora aceitando, em determinados momentos, a necessidade das mortificações, morremos amando. Mas, amando, também ressuscitamos. 

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Diário

27 de março de 1981

A dor de Jesus, profundamente humana, é proposta neste trecho do diário de Chiara Lubich de 1981 como preparação para o período da Quaresma.

Tenho um porta-retratos com a imagem de Jesus Abandonado.
Ontem, olhando para aquele rosto, fiquei impressionada com a dor de Jesus abandonado e com a sua humanidade sofredora. Era o dia da encarnação e, justamente naquele dia, senti Jesus profundamente humano, a ponto de me comover: aqueles olhos voltados para o Céu à procura do Pai, aquele sangue... era tudo tão verossímil! E entendi de maneira nova como Ele realmente nos amou, me amou. Parecia-me impossível que fosse Deus, assim tão sofredor e perfeitamente homem, e entendi a kenosi, o duplo aniquilamento, se assim se pode dizer, da encarnação e do abandono.

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“Todo o que bebe dessa água, terá sede de novo; mas quem beber da água que eu darei, nunca mais terá sede: porque a água que eu darei se tornará nele uma fonte de água jorrando para a vida eterna.” (Jo 4, 13-14)

Palavra de Vida - Março de 2002

Lemos aqui o comentário de Chiara Lubich à Palavra de Vida de março de 2002, que oferece a seguinte reflexão para aprofundar e viver o trecho do Livro do Apocalipse  proposto para este mês.

Nesta pérola do Evangelho, que são as palavras dirigidas à samaritana junto ao poço de Jacó, Jesus fala da água como do elemento mais simples, que, no entanto, se revela o mais almejado, o mais vital para quem tem familiaridade com o deserto. Ele não precisava explicar muita coisa para dar a entender o que significa a água.
A água da fonte serve para a nossa vida natural, enquanto que a água viva, da qual Jesus fala, se destina à vida eterna. 
Assim como o deserto floresce somente depois de uma chuva abundante, também as sementes plantadas em nós com o batismo só podem germinar se forem regadas pela Palavra de Deus. E a planta cresce, lança novos rebentos e assume a forma de uma árvore ou de uma linda flor. E tudo isso porque recebe a água viva da Palavra, que desperta a vida e a mantém por toda a eternidade.

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A renovação que o carisma da unidade realiza nas Igrejas e na sociedade

Genebra, 27 de outubro de 2002

Caríssimos irmãos e irmãs,

Que Jesus esteja entre nós! E isso é possível, pois foi Ele mesmo que prometeu: «Onde dois ou mais estiverem reunidos no meu nome – para alguns Padres da Igreja, Jesus queria dizer: no meu amor –, eu estou no meio deles» (Mt 18,20). E aqui somos mais do que dois ou três. ( ... )

Chiara Lubich

Vídeo en italian

Transcrição

Ser Maria

Caríssimos gen,
Volta, como uma suave poesia, a festa do Natal.
Nestes dias, como há séculos, são trocadas felicitações; e a paz, que os anjos anunciaram então, volta a reinar – talvez por poucos instantes – inclusive nos rostos de homens que jamais a conheceram.
Também eu quero lhes desejar algo que realmente lhes agrade e que sobretuo seja desejado por Aquele que guia os nossos passos e conhece o que é bom para nós.
É isso que eu desejo: que a nossa vida seja um contínuo Natal, solenizado no segredo dos corações e na íntima fraternidade que haverá de se espalhar cada vez mais até alcançar, quando  Deus quiser, os confins da Terra: “até que todos sejam um”.

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“Como o Pai me enviou também eu vos envio.” (Jo 20,21)

Palavra de Vida de maio de 2005

Lemos aqui um comentário de Chiara Lubich às fortes, exigentes palavras de Jesus que, retornando ao Pai, nos pede para ser “como” Ele portadores da sua mensagem ao mundo. 

Era a noite de Páscoa. Jesus ressuscitado já tinha aparecido a Maria Madalena. Pedro e João tinham visto o túmulo vazio. E mesmo assim os discípulos continuavam isolados em casa, cheios de medo, até a hora em que o Ressuscitado se apresentou no meio deles, a portas fechadas, porque não existia mais barreira alguma que pudesse separá-los dos seus amigos.

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Recordando Fátima

Rome, 1958

Era o mês de setembro de 1955, quando uma oportunidade verdadeiramente excepcional nos possibilitou conhecer a Irmã Lúcia de Fátima, a menina, já adulta, que viu Nossa Senhora.
Viajamos de avião voando sobre a Itália, a França, a Espanha, que admiramos durante a noite, como uma joia colocada em uma veste escura, a bela Madri, multicor.
Finalmente, tarde da noite, aterrissamos em Lisboa.

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Eis que estarei convosco todos os dias, até o final dos tempos

Roma, 25 de maio de 1982

Comentário sobre a Palavra de Vida:

Eis que estarei convosco todos os dias, até o final dos tempos (Mt 28, 20).

Jesus ressuscitou. Desejando falar com seus discípulos, chama-os a um monte onde dá a eles uma série de diretivas para o futuro, até o fim dos tempos. Ele está cercado pelos onze apóstolos, que se prostraram diante dele, plenamente conscientes de que aquele que está entre eles é o seu Senhor, e também o Senhor do mundo.

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