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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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A manifestação de uma doença pode ser um momento salutar?

Castelgandolfo, 1º de setembro de 1999

Na celebração da Jornada Mundial do Doente, desejada por João Paulo II em 1992, propomos este significativo escrito de Chiara Lubich.

[...]
Quando se manifesta uma doença qualquer, somos convidados a acreditar e a dizer que tudo é amor, amor de Deus, lembrando Santa Teresa do Menino Jesus que, no momento em que teve a primeira golfada de sangue, não falou de doença, mas disse: «Chegou o Esposo!» […] 
Quem sofre está na linha de frente.
No Movimento, temos uma ideia própria do doente, dos doentes.

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Dilatar o coração

Juhno de 1957

Este escrito de Chiara Lubich é um dos mais conhecidos e pode ser um convite estimulante para colocar em prática a Palavra de Vida deste mês: “Eu vos darei um coração novo e porei em vós um espírito novo.” (Ez 36,26). 

Precisamos dilatar o coração segundo a medida do Coração de Jesus. Quanta labuta! Mas é a única necessária. Isso feito, tudo feito. Trata-se de amar a cada um que de nós se achega, como Deus o ama. E, dado que estamos no tempo, amemos ao próximo um por vez, sem guardar no coração resquícios de afeto pelo irmão encontrado um minuto antes. Afinal, é o mesmo Jesus que amamos em todos. Mas, se o resquício fica é porque amamos o irmão de antes por nós mesmos ou por ele… não por Jesus. E aí está o problema.

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No caminho da unidade

Itaici, 27 de abril de 1998

Na celebração da Semana Ecumênica europeia, propomos esta oração espontânea de Chiara Lubich na Jornada Ecumênica promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

«Jesus, acho e tenho certeza de que estás aqui entre nós, por isso eu me dirijo a ti, vivo, ressuscitado, ressuscitado em meio a nós, bispos católicos, leigos e leigas, como eu, e de bispos e responsáveis de outras Igrejas. 
Jesus, tu estás realmente entre nós, porque nos amamos em ti, estamos unidos no teu nome, estamos aqui para fazer algo, para dar um passo em frente na unidade das Igrejas. 
Estamos conscientes de como foram os séculos passados: tremendos, terríveis, que dilaceraram o teu coração e o coração de tua mãe, mãe da unidade.

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As religiões e a paz

Caux, 29 de julho de 2003

As religiões podem ser parceiras no caminho em direção à paz?

Senhoras e senhores,

Em primeiro lugar, exprimo a minha alegria por me encontrar hoje aqui, neste Centro de Caux, pleno de iniciativas voltadas ao fortalecimento dos alicerces morais e espirituais da sociedade e à promoção do encontro pacífico entre as culturas, as civilizações e as religiões. Agradeço, de modo especial, o doutor Cornélio Sommaruga por me ter convidado a tomar a palavra neste importante Seminário Inter-religioso.

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“Em nome de Cristo vos pedimos: reconciliai-vos com Deus”. (2Cor 5, 20)

Palavra de Vida de Janeiro de 1997

Comentário de Chiara Lubich à Palavra de Vida proposta para o mês de Janeiro de 1997.

Esta exortação de Paulo aos coríntios acompanha o grande anúncio, coração de todo o Evangelho: Deus reconciliou o mundo consigo por meio de Cristo (2Cor 5, 19).
Com a morte de seu Filho na cruz, Deus nos deu a prova suprema de seu amor. Por meio da cruz de Cristo, Ele nos reconciliou consigo.
Essa verdade fundamental da nossa fé conserva ainda hoje toda a sua atualidade. É a revelação que toda a humanidade espera: Deus está próximo de todos com o seu amor e ama apaixonadamente a cada um. O nosso mundo tem necessidade desse anúncio, mas só poderemos fazê-lo se antes o anunciarmos constantemente a nós mesmos, até nos sentirmos envolvidos por esse amor, mesmo quando tudo poderia nos levar a pensar o contrário.

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Diante da violência

Diante de tanta violência perdemos a coragem. Podemos ainda ter esperança em um mundo melhor? 

Os males de hoje, que são realmente muitos, nos assustam e perdemos a esperança.
Mas se pensássemos um pouco na história, veríamos que as nossas terras foram, em muitas ocasiões, palco de males ainda maiores. E mesmo assim passaram e a eles se intercalaram períodos de tranquilidade.
Diante da violência é necessário que todos nós façamos alguma coisa. Em primeiro lugar tirá-la do nosso coração para não responder ao ódio com o ódio; depois, fazer a nossa parte para infundir sentimentos semelhantes em todos os próximos que encontramos.

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Natal: significa Deus nos ama

Natal 1975

Natal: qual é o seu significado mais profundo, que sintetiza todos os outros? É a «misteriosa e incrível mensagem de que Deus nos ama um a um e todos juntos». Um pensamento de Chiara Lubich.    

Natal, Natal, 
quantas vezes 
te festejamos 
com alegria pura 
e calor sem par!  
Mas o nosso coração 
anda tão insensível
pelo frio do mundo
que não conseguiste
gravar nele, como se devia, 
a tua mensagem misteriosa
e incrível: 
DEUS NOS ama 
uma a um 
e todos juntos.

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A descoberta de Deus Amor

Rocca di Papa, 18 de abril de 2002

De uma entrevista de Chiara Lubich concedida à jornalista inglesa Sandra Hoggett 

(…)

Sandra: Quando foi que sentiu pela primeira vez este imenso amor por Deus?

Chiara: Sempre tive uma fé muito forte. Nasci com a fé e sentia esse amor por Deus. Como as outras pessoas, eu pensava que Deus estivesse longe, para além das estrelas. Porém, a minha fulguração foi aos 23 anos, quando este carisma começou a funcionar.
Eu dava aula num orfanato. Um dia um sacerdote passou por ali. Acho que ele tinha me visto rezar na igreja. Ele me chamou e me perguntou: «Você poderia oferecer uma hora do seu dia pelo meu ministério?» Diante de um sacerdote... A minha fé era tão grande em Deus, na Igreja que eu disse: «Mas eu posso oferecer o dia inteiro!» Ele ficou impressionado com a minha resposta. Disse-me para ajoelhar e afirmou: «Deus a ama imensamente!» Eu acreditei nisso! Era como se Deus me dissesse esta frase através do sacerdote. 

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A fraternidade que nos faz ser Igreja

17 de abril de 1978

De uma entrevista de Claudio Sorge a Chiara Lubich para o programa “Ottavo Giorno” (Rai Uno). 

O amor que o cristão vive — e aqui está o mistério abismal e a potência escondida que, colocada em ação, pode produzir milagres — difere de qualquer outro amor existente no mundo, por mais nobre e belo que seja. È um amor de origem divina, o mesmo amor de Deus, participado ao homem e que, inserindo-se no próprio homem, torna-o filho de Deus.
E isto é premissa e causa de uma realidade incomparável: a fraternidade humana num plano mais elevado, a fraternidade sobrenatural.

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Encarnação que continua

Budapest, 16 de setembro de 2006

Quais perspectivas para o mundo de hoje, tão cheio de desafios que parecem intransponíveis? Jesus continua a sua “encarnação” na história, continua edificando através de homens e mulheres de todos os tempos, que desejam ser como Ele, outros Ele nos vários âmbitos culturais e sociais.

De um discurso preparado para o Voluntarifest de 2006

(…) Às vezes, pensa-se que o Evangelho traz somente o Reino de Deus entendido num sentido religioso e não resolve os problemas humanos. Mas não é assim. 
Não é, decerto, o Jesus histórico, ou Ele enquanto Cabeça do Corpo místico quem resolve os problemas. “Quem faz isso é Jesus-nós, Jesus-eu, Jesus-você... É Jesus no homem, naquele determinado homem – quando a sua graça se encontra nele –, quem constrói uma ponte, faz uma estrada. [...]

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Olha para o homem como Deus o vê

24 de Julho de 1949

Na conclusão do Jubileu da Misericórdia proclamado pelo papa Francisco, propomos este trecho de Chiara Lubich tirado dos escritos conhecidos com o nome de “Paraíso de 1949”

Quem está no Pai, saindo de uma longa série de pecados, por conseguinte por pura misericórdia de Deus, perante Deus é igual ao inocente que entrou ali de tanto amar.
De fato, no momento em que, reconhecendo-se pecador, se alegrou (amando a Deus mais do que a própria alma e isso é puro amor) em ser semelhante a Jesus feito pecado1, ele preencheu todo o vazio do pecado.

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