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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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Sejam sacrários do Deus vivente

14 de outubro de 1946

A Palavra de Vida para o mês de novembro “Tudo posso naquele que me dá força” (Fl.4,13), nos convida ao colóquio confiante com Deus. Propomos um trecho de  Chiara Lubich tirado de uma carta dos “primeiros tempos” endereçada a duas religiosas de Rovereto.

É no centro do teu coração, Irmã Josefina, que Deus vive! 
É no centro do teu coração, Irmã Fidente, que Deus vive! 
Coloquem a mão no peito. 
Sejam sacrários do Deus vivente. 

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Entrevista a Chiara de Josè Maria Poirier

Rocca di Papa, 19 de fevereiro de 1998

Jornalista: […] A primeira pergunta toca o tema do diálogo inter-religioso. Diálogo que o Movimento propõe e abriu com pessoas de várias convicções religiosas e tradições. 
Chiara: O fato é este: Jesus, vindo à Terra, redimiu toda a humanidade, todos os homens. Ele constituiu a Igreja. Porém, a sua redenção abraçou todos. Por isso, todos, se tiverem reta intenção, […]  teriam a possibilidade de se salvar. Estamos muito conscientes disso. Portanto, nos aproximamos dessas  pessoas de outras religiões, sabendo que amanhã poderão ir para o Paraíso e nós, talvez, não.
Portanto, a atitude que temos - e este é o ponto importante para nós -, é aquela de amá-los como Cristo os amou e amá-los sem discriminação alguma, dando-lhes tudo aquilo que o amor nos leva a doar. Justamente porque os amamos, fizemos uma grandíssima descoberta. Quase todas as grandes religiões: o budismo, o hinduísmo, o hebraísmo, o islamismo possuem uma fórmula que é tipicamente cristã, porque é uma frase do Evangelho: "Não faça aos outros aquilo que você não gostaria que fosse feito a você; faça aos outros o que gostaria que fosse feito a você". Todos possuem esta frase que é chamada a "regra de ouro", porque é de todas as escrituras e de todas essas religiões.

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Viver do amor - Estímulos ecumênicos

Berlim (Igreja da Memória), 19 de novembro de 1998

De 1º de novembro a 13 de dezembro de 1998, Chiara Lubich esteve na Alemanha. Esta viagem teve etapas significativas em Aquisgrana (Aachen), Munique, Augsburgo e Berlim, onde foi convidada a encontrar a comunidade evangélica. Propomos o seu discurso no qual ela indica a lei do amor como estrada principal para a unidade dos cristãos e para o diálogo com aqueles que creem. 

(…)
O fato é que se nós, cristãos, na aurora do terceiro milênio, observarmos a nossa história de 2 mil anos e principalmente aquela do segundo milênio não podemos deixar de nos entristecer ao constatar como ela muitas vezes foi um alternar-se de incompreensões, de brigas, de lutas, que rasgaram em muitos pontos a túnica sem costuras de Cristo que é a sua Igreja.  De quem é a culpa?  É claro que das circunstâncias históricas, culturais, políticas, geográficas, sociais, mas também do desaparecimento entre os cristãos de um elemento unificante, típico deles: o amor. É a pura verdade. 

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Nunca mais a guerra

5 de outubro de 1965

Em 24 de outubro a ONU celebra o seu 68° aniversário, data que recorda a promulgação da “Declaração” que é a base dos relacionamentos internacionais. Propomos aqui um trecho tirado do diário de Chiara Lubich de 5 de outubro de 1965, que reporta a sua profunda adesão ao histórico acontecimento da visita de Paulo VI (a primeira de um pontífice) à Assembleia Geral das Nações Unidas e ao seu vibrante apelo: «A humanidade deverá pôr fim à guerra, ou a guerra porá fim à humanidade».    

O Santo Padre voltou da ONU. 
O nosso santo orgulho de sermos seus filhos, dele, Vigário de Cristo, culminou quando ele se pronunciou no plenário. Jamais um espetáculo semelhante foi visto. Ele é como estrela no caminho da humanidade, o guia dos homens que frequentemente desconhecem a fraternidade. Ele, humilde como o carpinteiro de Nazaré, ergueu-se como a mais alta figura do mundo, pai e mestre universal, sublimando todo o conhecimento humano com a sua sabedoria, que compreende todas as coisas e acontecimentos.

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Sermos filhos dos Santos

Mollens (Suíça), 19 de setembro de 1980 

Chiara Lubich afirmou em várias circunstâncias que é típico da espiritualidade da unidade «aprender com os santos, sermos seus filhos, para participar dos seus carismas». Aqui ela lê uma poesia da grande Teresa de Ávila, que, como os santos da época, permaneceu nos seus escritos, continuando a fazer o bem com palavras que têm perfume de eternidade.  
(…)

Existe uma poesia de Santa Teresa d'Ávila, cadenciada por um refrão: "Dize-me o que queres de mim, dize-me Senhor!"  É uma expressão da "indiferença", ou melhor, da entrega total à vontade divina.

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A espiritualidade mariana no Movimento dos Focolares

Rocca di Papa, 4 de junho de 1987

De uma entrevista a Chiara Lubich feita pela Rádio Vaticana (programa brasileiro organizado por Tavares Manoel): Como viver uma espiritualidade mariana?

Jornalista:"O Papa, na sua encíclica Redemptoris Mater fala de autêntica espiritualidade e exorta a viver uma devoção que se transforme em vida. Chiara, na sua opinião, como nós podemos viver esta espiritualidade mariana?"
Chiara: Eu creio que, de maneira geral, todos os cristãos podem viver uma espiritualidade mariana, mas, se me permite, gostaria de dar um exemplo concreto, dizendo como nós do Movimento dos Focolares, que é um Movimento tipicamente mariano, procuramos vivê-la.
Nós vivemos uma espiritualidade mariana neste sentido: o nosso caminho espiritual, o nosso itinerário espiritual se chama também a "Via de Maria", o caminho de Nossa Senhora, de Maria, e temos a impressão de compreender que todas as pessoas que aderem ao nosso Movimento percorrem a própria santa viagem da vida seguindo as etapas da "Via de Maria", ou seja, as etapas da vida de Nossa Senhora. Por exemplo,  quando recebem o anúncio deste novo ideal, que é o anúncio de um carisma doado à Igreja para o bem de muitos, percebe-se que existe uma certa semelhança com a Anunciação. Nossa Senhora recebeu o anúncio de que seria Mãe de Jesus e Jesus começou a nascer dentro dela.

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“Não te digo até sete, mas até setenta vezes sete vezes”. (Mt 18,32)

Palavra de Vida de outubro de 1981

O comentário de Chiara Lubich a estas exigentes palavras de Jesus a Pedro, nos convidam a fazer do perdão um estilo de vida a fim de que o mal não tenha a última palavra. 

Você se lembra a quem Jesus se dirige com estas palavras? Ele responde a Pedro que, após ter ouvido palavras maravilhosas de sua boca, lhe faz a pergunta: “Senhor, quantas vezes terei que perdoar a meu irmão, se pecar contra mim? Até sete vezes?”.
E Jesus: “Não te digo até sete, mas até setenta vezes sete vezes”.
Pedro, provavelmente sob a influência da pregação do Mestre – e bom e generoso como era – queria lançar-se em sua nova vida fazendo algo de excepcional, chegando a perdoar até sete vezes. De fato, no judaísmo admitia-se perdoar duas ou três vezes, quatro no máximo.
Mas respondendo: “... até setenta vezes sete” Jesus diz que o perdão deve ser ilimitado. É preciso perdoar sempre.

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Amar a todos

Rocca di Papa, 28 de dezembro de 1989

Depois da queda do muro de Berlim, Chiara Lubich – numa conferência telefônica – exorta os membros do Movimento dos Focolares a não ver o mundo dividido entre vencedores e vencidos, mas todos “vencidos pelo amor de Deus” para sermos todos “vencedores” com Ele.

Caríssimos,

Estando o nosso Movimento - por ser Obra de Deus - difundido em todo o Planeta (mesmo que em muitos países ainda sejamos poucos e tenhamos chegado ali há pouco), acompanhamos do Centro da Obra tudo o que acontece no mundo com um interesse especial, com viva participação a fim de compartilhar os sofrimentos provocados por desordens ou guerras; e a fim de compartilhar as alegrias, como nas ocasiões em que o papa, em suas numerosas viagens, suscita nos povos manifestações unânimes de fé e de amor; ou ainda quando um país, após ter sofrido um longo período de tirania, reconquista a liberdade.

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Abraçar Jesus Abandonado

Gênova, 16 de dezembro de 2001

Como aprender a amar Jesus Abandonado logo e com alegria quando a dor nos atinge? Chiara Lubich fala sobre isso num encontro com uma das comunidades dos Focolares no Norte da Itália.

(…) "Às vezes, na minha vida, eu consigo amar Jesus abandonado logo e com alegria. Eu o reconheço, amo e consigo ir para além da cruz. Certas vezes eu o reconheço, porém fico diante da cruz sem  ultrapassá-la. Eu sei que é Ele, mas não amo verdadeiramente Jesus abandonado, porque permaneço na dor. Chiara, o que me diz para me ajudar a superar estes momentos?"

Chiara: Antes de tudo, gostaria de dizer uma coisa que talvez nem todos saibam. Eu gostaria de explicar bem esta história, isto é, que nós vemos Jesus abandonado na dor. Vocês podem dizer: “Chiara, esta é uma dor, mas não é Jesus abandonado!”.
Eu lembro sempre de Santa Teresinha do Menino Jesus que, pouco antes de morrer, tinha tido uma golfada de sangue, por causa da doença que tinha, mas ela não disse: é uma golfada de sangue; ela disse: eis o Esposo. Ela era consagrada. Tinha se casado com Jesus crucificado. Por isso disse: eis o Esposo. Então santa Teresinha inventou alguma coisa? Disse algo sentimental? Ou disse a verdade?

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Com Maria Desolata

Castel Gandolfo, 7 de janeiro de 1996

Em um profundo colóquio com os focolarinos casados, respondendo a uma pergunta, Chiara Lubich revela de que maneira Maria, a Desolada, se torna para ela “mestra” do saber perder (para seguir Jesus).

(…) Depois, quero dizer alguma coisa sobre a Desolada.
A Desolada é mestra no perder. Bem, a minha prática - já que devo comunicar a minha alma - é que, quando penso em coisas inúteis: perco, porque essas coisas inúteis me aborrecem. A nossa alma já se acostumou com as coisas belas, que são leves, suaves. Quando se insinua algo diferente, terreno, sentimos um desconforto. Então compreendemos: é um apego, uma certa  soberba, orgulho; estou apegada a isso. E sentimos que é assim. A única coisa a fazer é viver a Desolada: perder. Então, eu perco, recomeço a amar e vou para frente.
Portanto, vivemos também isso.

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Madre Teresa de Calcutá e Chiara Lubich: duas mulheres em diálogo

Radio Vaticana, 10 de setembro de 1997 

Na entrevista concedida logo após o falecimento de Madre Teresa, Chiara Lubich percorre as etapas salientes da profunda amizade entre elas, evidenciando também, o “gênio feminino” de Madre Teresa na realização da missão que Deus lhe confiou na Igreja.

Locutor: Duas mulheres em diálogo: Madre Teresa e Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares.
O primeiro colóquio que tiveram foi em 1978. Depois, nos anos seguintes, houve outros encontros e uma intensa troca de correspondência.
O diálogo entre estas duas mulheres, atualmente de maior destaque na Igreja católica, era profundo, centralizado na comum escolha de Deus, realizada concretamente em obras sociais de diferentes características.
Mas quais traços de Madre Teresa ficaram mais impressos em Chiara Lubich? Vamos ouvi-la nesta entrevista concedida a Adriana Masotti.
Chiara: Lembro que, na primeira vez que a encontrei, me impressionou a sua determinação. Percebia-se que era uma criatura que queria viver até o fim a missão que Deus lhe havia confiado. Outra coisa que me impressionou em outros momentos foi a sua simplicidade, a sua constante união com Deus. E também me tocou muito, principalmente agora, nestes últimos dias, o seu heroísmo quotidiano.

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