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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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Como dialogar?

Rieti, 4 de junho de 1996

A experiência do Movimento dos Focolares no âmbito do diálogo inter-religioso. Extraído do discurso de Chiara Lubich por ocasião da entrega do prêmio “Civilização do Amor”.  

Excelências, Senhor Presidente da Câmara [Prefeito]1, autoridades religiosas e civis, Senhoras, Senhores e amigos

Em primeiro lugar agradeço o Prémio que me conferiram. Agradou-me muito pelo facto de ser intitulado à "Civilização do Amor". Este termo faz-nos logo pensar que o Fórum Internacional está em sintonia com o Movimento dos Focolares, que eu, juntamente com outras pessoas - como ouviram -, represento, e que é apenas um instrumento na Igreja para irradiar por todo o lado o amor de Cristo.

Neste ambiente é habitual o diálogo e, sobretudo, o diálogo inter-religioso.

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Objetivos e espiritualidade do Movimento dos Focolares

Lublin (Polônia), 19 de junho de 1996

Extraído da lectio magistralis feita por ocasião da entrega a Chiara Lubich do doutorado h.c em  Ciências Sociais da Universidade Católica de Lublin (Polônia)

(…)

O Movimento dos Focolares.

Não é fácil descrevê-lo em poucos minutos. Porém, vejamos logo por qual razão Deus o criou.

Na época em que o Movimento apareceu na Igreja, na década de 40 (e os senhores podem compreender melhor do que outros) propagava-se no mundo uma ideologia que desconhecia Deus, aliás, que queria bani-lo da sociedade.

O ódio tinha assumido um papel importante para a realização de uma sociedade que, apesar disso, queria se apresentar como progredida.1

A unidade, a unidade dos povos sem Deus era a utopia na qual se queria acreditar e pela qual muitos pensavam que valia a pena gastar grande parte das próprias energias.

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Reviver Maria

Paris, 17 de dezembro de 1996

Muitas vezes, acostumados a nos relacionarmos com a Mãe de Jesus só por devoção, podemos esquecer a sua função universal no plano da salvação. A íntima convicção de Chiara Lubich de reviver Maria, como modelo para todos, pode nos ajudar a viver o nosso relacionamento com Maria.

Nicole: "No ano de 1949 Maria se manifestou de maneira esplêndida por aquilo que é... Poderia nos dizer algo sobre o seu elacionamento atual com ela?"

Chiara: Como eu vejo Maria hoje? Eu a vejo grandíssima, íssima, íssima, porque é assim.  Deixou de ser para mim aquela jovenzinha de Nazaré, como a víamos antes, identificando-a com as suas estátuas, etc. Não; eu sei que Maria é grandíssima! E que até mesmo merece - é preciso entender bem esta frase - ser mencionada, como nós dizemos, quarta na Trindade, porque Deus a amou... realmente amou-a com o mesmo amor com o qual Ele amou o Pai, e por isso a fez grande. E naturalmente toda esta grandiosidade vem dele, que a fez assim tão grande. 

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Pedir a ajuda do Espírito Santo

Praga, 30 de abril de 2001

Resposta de Chiara Lubich às Comunidades dos Focolares da República Checa e Eslovaca.  

Marie: "Chiara, você tem um relacionamento especial com o Espírito Santo, poderia nos falar sobre isso?"

Chiara: Em relação ao Espírito Santo, devo confessar que, por amor, mas também por força devo ter um relacionamento com o Espírito Santo. O que faria sem ele? É inútil ir falar...

Por exemplo, eu invoco o Espírito Santo não sei quantas vezes ao dia, sobretudo junto com as outras focolarinas e com os focolarinos, porque Jesus disse que, se nos unimos, é mais fácil ter o Espírito Santo. E disse também que é fácil obtê-lo, porque se um pai, a quem o filho pede uma coisa, não lhe dará um escorpião em vez de pão, nem sequer o Pai celeste dará outra coisa, se pedirmos o Espírito Santo. Portanto, é preciso ter esta certeza (graças a Deus eu a tenho) de que basta pedir, que ele nos dá o Espírito Santo, principalmente se o pedirmos em nome de Jesus e muito mais se o pedirmos com Jesus em meio.

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Mensagem aos Jovens por um Mundo Unido

Mariápolis Araceli (São Paulo), 26 de abril de 1998

Nestes dias, no âmbito juvenil do Movimento dos Focolares, está acontecendo a “Semana Mundo Unido”. Propomos aqui a mensagem que Chiara Lubich enviou para eles em 26 de abril de 1998

Caríssimos Jovens por um Mundo Unido

Sei que vocês desejam receber uma mensagem minha que contribua também para o sucesso da Semana Mundo Unido.

Que tema desejo abordar?

Não posso escolher outro mais indicado do que a finalidade pela qual vocês trabalham: o mundo unido.

Mas é sensato falar de "mundo unido"? Um mundo unido é previsível, de modo que a atenção que a isso dedicamos e as forças que ali empregamos possam cooperar para alcançar realmente esse objetivo um dia? Ou trabalhamos por uma pura utopia, irrealizável e imaginária, como alguém pode pensar?

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“Deus habitará com eles, e eles serão o seu povo”. (Ap 21, 3)

Palavra de Vida de janeiro de 1999

O comentário de Chiara Lubich a esta Palavra tirada do Apocalipse nos conduz ao centro do mistério Pascal: Jesus veio para nos comunicar a sua vida de amor com o Pai para que também nós a vivamos.

Em janeiro, em diversas partes do mundo, os cristãos celebram juntos a sua fé comum com orações e encontros especiais. O tema escolhido para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (no Brasil é celebrada entre as festas da Ascensão e Pentecostes) é extraído do livro do Apocalipse. Vejamos o texto na íntegra:

“Eis a tenda de Deus com os homens.
Ele habitará com eles;
eles serão o seu povo,
e ele, Deus-com-eles, será o seu Deus.
Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos,
pois nunca mais haverá morte, nem luto, nem clamor,
e nem dor haverá mais. Sim!
As coisas antigas se foram!” (Ap 21, 3)

A Palavra de Deus deste mês nos questiona. Se queremos fazer parte do seu povo devemos deixá-lo viver entre nós.

Mas como isso será possível, e como fazer para provar um pouco, já nesta terra, aquela alegria sem fim que se realizará com a visão de Deus?

É justamente isso que Jesus nos revelou, é precisamente este o sentido da sua vinda: comunicar-nos a sua vida de amor com o Pai, para que também nós a vivamos.

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Colocar Jesus, o Mestre, como fundamento do relacionamento educativo.

Manila, 20 de janeiro de 1997

Chiara Lubich responde a uma jornalista filipina, que lhe pergunta o que ela diria aos educadores cristãos. A resposta de Chiara Lubich é simples e, ao mesmo tempo, exigente e interessante: colocar o amor mútuo entre professor e aluno como base do relacionamento educativo, porque o Mestre é um só, Jesus. 

(…)

Jornalista: Sou Cora Dangallo, Mother of Life Center Publications. Também sou catequista. 

"Gostaríamos de pedir-lhe para dar uma mensagem, através das senhoras e senhores presentes nesta sala, aos educadores cristãos do nosso tempo, sobretudo do nosso país, focalizando o modo de formar as consciências dos nossos jovens e crianças, especialmente dos nossos. Seria possível?"

Chiara: A palavra que eu gostaria de dizer a todos é uma palavra muito importante, pronunciada por Jesus, e é a seguinte: "Não permitais que vos chamem 'mestre'".

No Movimento procuramos viver para que se realize entre nós a oração, o desejo de Jesus que diz: "Onde dois ou mais estão reunidos no meu nome, ali eu estou no meio deles".

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O problema ecológico e a fraternidade

Castel Gandolfo, 4 de março de 1989

De uma resposta de Chiara aos jovens

«O desenvolvimento das ciências e da técnica evoluiu de modo prodigioso, deixando todos maravilhados. Porém, na maioria das vezes, este progresso foi feito prescindindo de Deus, e nem sempre tudo seguiu o caminho certo.

Por isso, agora, vivemos num planeta em que, se não remediarmos urgentemente, poderá acontecer outro tipo de catástrofe que envolveria todos nós, a catástrofe ecológica.

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Um amor praticado

O amor ao próximo: uma descoberta progressiva de Chiara Lubich e de suas primeiras companheiras desde o início das suas experiências.

«Embora intuindo que o fundamento do Evangelho é a caridade (o amor ao próximo)..., não entendemos logo como fazer para vivê-la, com quem colocá-la em prática e em que escala.

No início do Movimento, impulsionadas sobretudo pelas circunstâncias dolorosas da guerra, orientamos o nosso amor aos pobres, certas de reconhecer sob aqueles rostos macilentos, repugnantes às vezes, o rosto de Cristo. Foi uma verdadeira escola. Não estávamos habituadas a amar no sentido sobrenatural. O nosso interesse tinha chegado, ao máximo, aos nossos familiares ou amigos, com aquele sincero respeito ou sã amizade. Agora, pelo contrário, sob o impulso da graça, confiando em Deus e na sua providência, que cuida das aves do céu e das flores do campo, dedicávamos a nossa atenção a todos os pobres da cidade. Procurávamos fazer com que viessem às nossas casas e partilhassem da nossa mesa. (...) Se não podíamos acolhê-los em casa, íamos ao encontro deles nas ruas, em pontos determinados, dando-lhes o que tínhamos recolhido. Íamos visitá-los nos casebres mais descuidados e procurávamos confortá-los e aliviar os seus sofrimentos também com remédios.

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“O que fizestes a um dos menores destes meus irmãos a mim o fizestes”. (Mt 25, 40)

Palavra de Vida de novembro de 1984

Esta frase de Jesus está encravada, como uma pérola, na conhecida página do evangelista Mateus sobre o juízo final. É uma página que, em síntese, nos apresenta toda a mensagem do Evangelho, salientando o que ele afirma sobre o homem e o que pede a ele.

Jesus, o esperado “por todos os povos”, veio à terra e salvou a humanidade naufragada no pecado, pagando ele mesmo o preço de tamanha purificação. É ele que voltará como rei-juiz, no final dos tempos, e reunirá todos os homens, de todos os lugares e todas as épocas, para dar a cada um aquilo que lhe cabe de acordo com as obras que praticou: o prêmio ou o castigo eterno.

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É Páscoa!

Castel Gandolfo, 14 de novembro de 2002

A Ressurreição de Cristo. Um fato singular na história, que caracteriza o  cristianismo e distingue o seu Fundador. Uma oportunidade para renovar a fé na Vida que não passa. 

Caríssimos e caríssimas,

O pensamento de hoje aborda um preciso aspecto da vida cristã. 

Todavia, uma vez que fazem parte do nosso Movimento fiéis de diversas Religiões do mundo ou pessoas de diversas culturas, gostaria de dar a eles uma sugestão e um conselho preliminares. 

Como vocês sabem, somos todos de uma única Obra. Por isso, deve triunfar entre nós a "regra de ouro", presente nas nossas Escrituras ("Faça aos outros aquilo que gostaria que fosse feito a você" ou "Não faça aos outros o que não gostaria que fosse feito a você"), que exige que nos amemos. Sendo assim, devemos nos conhecer melhor. Por isso, aproveitem o que direi agora, procurando fazer aquela necessária inculturação, sem a qual não é possível construir porções de fraternidade universal. Os cristãos entre nós, em outras ocasiões, agirão assim com vocês. 

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Muitas pessoas, em muitos lugares, se encontraram com Chiara. Ficaríamos agradecidos a todos aqueles que nos mandarem recordações, documentos inéditos, fotos...
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