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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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“Para que serviria ser infinitamente misericordioso?”

Castel Gandolfo, 3 de outubro de 2005

(de um discurso preparado para os focolarinos, lido por Natalia Dallapiccola em 24 de outubro de 2005)

Para este Jubileu especial desejado pelo papa Francisco, o comentário feito por Chiara Lubich em 2005 em duas cartas suas dos anos quarenta, desvenda uma confiança ilimitada em Deus que é Perdão. 

Um fruto de Jesus abandonado, que não ressaltamos muito, mas que também está presente nas cartinhas de Chiara dos primeiros tempos, é uma fé firme na misericórdia de Deus, a certeza do perdão dos próprios pecados. São significativas estas breves linhas:

«Acredita, acredita no Amor: se Ele deu tudo por ti, já perdoou tudo no instante em que Ele viu em ti o arrependimento. Nada de escrúpulos. Não acreditas que Jesus é capaz de perdoar-te depois que foi abandonado na cruz para o teu bem?» (11 de janeiro de 1945)

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“Preparai o caminho do Senhor, aplainai as suas veredas”

Palavra de Vida de dezembro de 1982

Começa o Advento. Um comentário de Chiara Lubich à frase do Evangelho: “Preparai o caminho do Senhor, aplainai as suas veredas” (Lc 3,4).

Neste período do Advento somos chamados a viver uma nova «palavra». O evangelista Lucas toma-a de Isaías, o Profeta da consolação. Para os primeiros cristãos ela se refere a João Batista, que precedeu Jesus.

E a Igreja, nesta época que antecede o Natal, ao nos apresentar o Precursor, nos convida à alegria, porque o Batista é como um mensageiro que anuncia o Rei. Este, de fato, está para vir; aproxima-se o tempo em que Deus realiza suas promessas, perdoa os pecados e doa a salvação.

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Empreender uma “Santa Viagem”

Rocca di Papa, 27 de novembro de 1986

Nesta conferência áudio, o “telefonema” que, a partir de 1980 reúne periodicamente a família do Movimento dos Focolares no mundo, o convite a nos prepararmos para o Natal caminhando juntos na simples e evangélica via do amor.  

Caríssimos, continuamos sempre "em viagem" para alcançar a meta que, com a ajuda de Deus, será coroada pela santidade. Muitos dentre nós, já chegaram à meta. E, pelo que podemos saber, cruzaram a chegada com êxito. Quase todas as semanas recebemos notícias neste sentido e, com muita frequência, são exemplos tão admiráveis que só nos resta louvar a Deus.

A maioria, que somos nós, está ainda nesta terra para encorajar-se reciprocamente. E o nosso "Collegamento" tem exatamente este objetivo.

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Discurso de fundação da Mariápolis Piero em Nairóbi

Nairóbi, 19 de maio de 1992

Mensagem às pessoas reunidas em Nairóbi, provenientes de muitos lugares, para  a colocação da primeira pedra da nascente cidadezinha de testemunho dedicada por  Chiara Lubich a Piero Pasolini, o focolarino cientista que, durante 15 anos, projetou e executou muitos trabalhos de infraestrutura na Mariápolis permanente de Fontem na República dos Camarões. Um evento basilar para o Movimento na África.

Chiara: Prezados convidados, caríssimos membros do Movimento dos Focolares da África.

Estamos reunidos aqui de 24 países, representando os 47 países da África e de Madagascar nos quais o nosso Movimento está presente. Vocês sabem que todos nós caminhamos na direção de um objetivo altíssimo e esplêndido: colaborar para a realização do sonho de Jesus quando Ele pediu ao Pai: "Que todos sejam um." 

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Misericórdia e perdão

“A verdade é misericórdia pura”. De um escrito de Chiara Lubich antes do ano cinquenta e nove. 

[...]

Havíamos dito que queríamos ver somente Jesus no irmão, que trataríamos com Jesus no irmão, que amaríamos a Jesus no irmão, mas agora vem à mente a lembrança de que aquele irmão tem este ou aquele defeito, tem esta ou aquela imperfeição.

O nosso olhar se complica e o nosso ser não está mais iluminado. Consequentemente, rompemos a unidade, errando.

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O tabu da morte

Marino, 5 de dezembro de 1990

“A morte lhe causa medo?”  A jornalista Margaret Coen dirige a Chiara Lubich esta pergunta desafiadora.  

Margaret: No mundo de hoje existem duas coisas que possuem uma grande importância. Primeiro o relacionamento: não se sabe como criar o verdadeiro relacionamento. Segundo: todos sentem muito medo da morte, existe o tabu da morte. Poderia me dizer algo sobre isso?"

Chiara: O relacionamento é um tema atual, tudo é baseado no relacionamento e você me pergunta como se constrói um verdadeiro relacionamento.

Bem, eu diria que o relacionamento humano, sadio, de amizade já é admirável. Todavia muitas vezes não prescinde do sacrifício, pois não se faz nada sem o sacrifício, tudo aquilo que se faz no mundo, nem que seja do ponto de vista puramente humano, requer fadiga, empenho, sacrifício.

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Mensagem aos jovens

Rocca di Papa, 26 de abril de 1999

Nesta mensagem dirigida aos jovens reunidos em Loppiano para o encontro anual deles no dia I° de maio, a Fundadora dos Focolares não hesita em propor-lhes uma meta audaciosa, a mesma que moveu os primeiros passos da “Aventura da unidade”.   

É dia 1º de maio e vocês, jovens, estão reunidos para compartilhar alegrias, aspirações e ideais, para refletir sobre aquilo que lhes pode interessar hoje, voltados como estão para o novo milênio, que pertence de modo especial a vocês, para somar as suas forças juvenis e contemplar um sonho que pode se tornar realidade: um mundo unido. E isso, apesar dos lamentáveis acontecimentos que os nossos meios de comunicação diariamente nos narram.

Imagino que nestes momentos, em meio a canções, músicas, danças, experiências variadas, depoimentos, horas de alegria serena e forte, típicos dos seus Congressos, algumas perguntas podem nascer em seus corações.

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Todos têm acesso à santidade

Rocca di Papa, 31 de janeiro de 1969

Um sacerdote pergunta a Chiara Lubich: como ser convicto de ter escolhido Deus e ser coerente com esta escolha?

Chiara indica aquilo que deve pautar o nosso dia: a vontade de Deus vivida no presente, como um caminho para todos e que dá imensa alegria.

Somente Maria, a Mãe que ama todos os filhos, poderia nos oferecer tal segredo de santidade.

(…) “Como ter certeza de ter escolhido Deus e ser coerente com esta escolha nas atitudes de cada dia?

Chiara: (…) Podemos ter certeza somente daquilo que vivemos no presente:, agora, eu quero esta vontade de Deus, quero me encontrar com estes sacerdotes, que Maria ama tanto, que Deus ama tanto. Eu quero estar aqui? Sim, quero, com todo o coração! Eu o quero! Mas se neste momento me dissessem: “Chiara, você pode escolher agora: morrer e ir imediatamente para o Paraíso com Jesus e Maria, com todos os membros do Movimento que estão na Mariápolis celeste, com todos os santos, com todos os anjos; porém, não é esta a vontade de Deus. É uma vontade sua. O que você escolhe?” Eu escolho estar aqui com os senhores, porque escolho a vontade de Deus. (…)

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Salvar a família com o amor sobrenatural

Viena, 30 de junho de 1997

Uma família austríaca dirige-se a Chiara Lubich durante um encontro das comunidades do Leste europeu e ela expressa o desejo de que a família seja reconhecida por aquilo que é...

Chiara, embora compreendendo os obstáculos que se apresentam hoje à família, coloca no plano do amor, único verdadeiro autor da família, o relacionamento entre os dois cônjuges. E se, porventura, o amor natural desaparecesse, é preciso desfrutar o amor que Jesus trouxe... o amor sobrenatural.

(…) "A família e as famílias" são um assunto que tratamos com muito carinho. Na Áustria um em três casamentos acaba em divórcio. Caríssima Chiara, o que você enfatizaria na família para que seja respeitado o seu valor? Obrigado."

Chiara: (...) A família foi construída por Deus e Ele formou a família desta forma: Ele fez com que entre a esposa e o esposo nascesse o amor, sem o amor... ninguém se casa, não há matrimônio. Infelizmente, com o aparecimento do pecado este amor sofreu uma certa alteração, foi coberto por sombras, tudo por causa do pecado que entrou na humanidade.

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Como base, como meio, como fim: a unidade

Ave, Maria! 11 de Maio de 1948

Carta de 11 de Maio de 1948, ao Padre Bonaventura de Malé, OFM CONV.

Unidade, palavra divina. São lapidares estas palavras escritas por Chiara Lubich quando tinha 28 anos. Contêm toda a grandeza e beleza da descoberta que deseja comunicar com todo o ardor. As palavras do testamento de Jesus, “síntese de todos os seus pensamentos” escavaram nela um abismo de chama. É difícil expressar o inefável, que encontra, por fim, uma síntese inovadora. 

A Unidade “é Deus: Unidade-Trindade”. 

Caríssimo Irmão em Jesus e no Pai Seráfico,

Também eu não sei o que lhe vou escrever.

A Luz, toda a Luz que Deus me deu (como triunfo máximo da sua infinita misericórdia) cerra-me a garganta no ímpeto demasiado forte de querer sair. Impetuosamente.

A sua carta confirmou-me o pensamento que tinha acerca da sua alma, muito amada pelo Senhor e gostaria, por um momento, num relâmpago, dar-lhe tudo o que é meu, tudo o que Deus edificou em mim, aproveitando o meu nada, a minha fraqueza, a minha miséria.

Poderia morrer de pena por não o poder fazer imediatamente, se não soubesse que Deus (o Autor de tudo) o pode fazer.

Acredito que pode.

Acredite que pode.

Encontrará em si o resultado desta fé.

Digo-lhe uma coisa: que o Ideal por nós abraçado é Deus: Unidade-Trindade e que, por isso, é inefável como o Amor infinito e eterno. E, por isso mesmo, presente (como Deus) nas coisas mais pequenas, nos acontecimentos mais pequenos!

É Ele, o Amor, que tudo guia, que tudo faz.

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"Cidadania honorária" a Chiara

Pompeia, 30 de abril de 1996

Por ocasião da entrega da cidadania honorária de Pompeia a Chiara Lubich, ela traça um retrato vivo da incidência de Maria na Sua Obra, delineando a sua maternidade universal.

Chiara: Excelências, senhor Prefeito, senhoras e senhores, irmãos e irmãs

Um grande agradecimento por esta honra, que me foi concedida: ser "cidadã de Pompeia".

É um agradecimento sincero, que brota do profundo do meu coração, porque ser cidadã de Pompeia me dá a maravilhosa impressão (que é uma realidade) de ter vindo fazer parte da cidade de Maria.

Isso para mim é um grande dom, porque - como já foi dito na motivação - na minha vida (e eu acrescento: naquilo que represento) Maria ocupa, sem sombra de dúvida, um lugar central. Por isso o aspecto mariano no nosso Movimento, tem uma razão de ser.

Por quê?

Permitam que eu o ilustre em poucas palavras.

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Muitas pessoas, em muitos lugares, se encontraram com Chiara. Ficaríamos agradecidos a todos aqueles que nos mandarem recordações, documentos inéditos, fotos...
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