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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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Nisto conhecerão que sois meus discíupulos

Castel Gandolfo, 28 de dezembro de 1997

De um discurso de Chiara Lubich aos membros do focolare sobre a Palavra de Vida…

Se nos perguntassem: qual é o ‘distintivo’ de vocês? Sem hesitar, daríamos uma única resposta contida no carisma que Deus doou a Chiara: o amor mútuo, sem medida. 

Nesta ocasião, Chiara Lubich confidencia uma experiência sua: na Suíça, em contato com a visibilidade e a beleza de pessoas que representam os vários carismas na vida da Igreja, ela se perguntou como testemunhar o carisma da Unidade. Só quando encontrou a sua primeira companheira, Natalia Dalla Piccola, obteve a resposta: eis a luz, o amor mútuo do Evangelho: “Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos”…

 "(...) Eu ia pelas ruas de Einsiedeln, e vi muitas pessoas de várias ordens religiosas passando. Eram tão lindos aqueles diferentes hábitos de irmãs, de padres, tendo ao fundo uma natureza espetacular! Entendi ali que realmente os fundadores tiveram uma inspiração para vestir os seus filhos daquele determinado modo. 

(Entre outros) causavam-me impressão particular as Pequenas Irmãs de Foucauld. Passavam de bicicleta e tinham um rosto muito vivo, com aqueles lenços de lavadeiras na cabeça. O rosto vivo me fazia lembrar aquela frase que se referia ao fundador, Charles de Foucauld, o qual - como se dizia - gritou o Evangelho com toda a sua vida.

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Mensagem de Chiara à Primeira Jornada Mundial da Interdependência na Filadélfia

12 de setembro de 2003

Tem o sabor de um ‘manifesto’ programático a mensagem de Chiara Lubich por ocasião da Primeira Jornada Mundial da Interdependência. O próprio nome Filadélfia expressa o seu significado: a unidade da família humana. O objetivo da política é a unidade dos povos e Chiara, de modo incisivo, enumera aquilo que pode realizá-la: da fraternidade à comunhão dos bens, do amor do único Pai à paz.

Senhor governador da Pensilvânia, senhor Edward Rendell, 

Professor Benjamin Barber,

Senhoras e senhores, 

É uma grande honra poder dirigir-me, por meio desta mensagem a um público tão qualificado, que se reúne hoje, na Filadélfia, para declarar o próprio empenho em construir um mundo mais unido, mais justo, mais fraterno.

O meu desejo seria de estar presente pessoalmente. Não sendo possível, permitam que eu exponha a todos, com esta mensagem, uma reflexão breve e pessoal.

Em junho deste ano, quando tive em Roma um encontro longo e caloroso com o professor Benjamin Barber, foi uma alegria para mim dar a minha espontânea adesão a esta primeira Jornada Mundial da Interdependência.

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O que você faz quando não está contente?

Castel Gandolfo, 18 de junho de 1988

É a pergunta que uma menina faz a Chiara Lubich durante um congresso e Chiara fala do seu ‘segredo’ e dos frutos que se recolhem quando se ama a dor.

(…) "Como você vive o seu dia, na dor ou na alegria? Em especial, o que faz quando não está contente?"

Chiara: Praticamente ela me pergunta o que faço quando não estou contente. É uma coisa  importantíssima, devem saber isso de cor. (…) 

Quando não estamos contentes devemos ir ao fundo do coração e dizer a Jesus: "Olhe Jesus, eu sinto esta dor, mas você também experimentou o que é a dor. Sou feliz por ser como você. Ofereço a você esta dor".

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Como um membro do Movimento dos Focolares deveria considerar Maria

Londres, 13 de junho de 1981

Como um membro do Movimento dos Focolares deveria considerar Maria?

Chiara Lubich responde a esta pergunta da comunidade do Reino Unido: como expressar todo o nosso amor por Nossa Senhora? Dando-lhe de presente o nosso esforço de buscar a santidade, para que a entregue a Jesus, fazendo pequenas ações, algo seguro, dia após dia, até sermos ‘outra pequena Maria’.

(…) Como é o seu relacionamento com Maria e como um membro do Movimento dos Focolares deveria considerar Maria?" 

Chiara: (…) Então, digo algo sobre o relacionamento com Maria, que não é só meu mas também de muitos focolarinos. Vocês sabem que amamos muito Nossa Senhora. E  quando amamos uma pessoa, gostaríamos de lhe dar um monte de presentes. Já há alguns anos pensamos em dar a Maria um grande presente. Dissemos: se por acaso nos fizermos santos, com a ajuda de Deus, queremos colocar este presente nas tuas mãos, para que tu o leves a Jesus. É um presente pessoal para Maria, para que o entregue a Jesus. Pensamos nisso, sem contar para Nossa Senhora, por que ninguém pode nos garantir que seremos santos. Pode ser que não consigamos ser santos.

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“Reconhecermo-nos irmãos, remédio necessário para dar uma guinada a este nosso planeta”

Bratislava (Parlamento), 10 de maio de 2001

Chiara Lubich encontra um grupo de parlamentares em Bratislava e responde às suas perguntas

Iniciamos o mês de setembro com a Palavra de Vida “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, chave para a prática da fraternidade e do amor, remédio infalível para debelar guerras e  prevaricações. Esta resposta de Chiara Lubich a uma deputada do Parlamento de Bratislava, oferece um testemunho de fraternidade das comunidades do Movimento e trunfo: a arte de amar, e as suas exigências….

A Sra. Malíková, deputada no Parlamento. Representa o Partido nacional eslovaco. Peço, por favor, que fale ao microfone devido às várias traduções...

Dep. Malíková: Muito obrigada. Estou muito tocada com as palavras da Sra. Lubich em relação à fraternidade e ao amor, bem como sobre a necessidade que temos deles neste século e na Europa. "Qual é a sua opinião sobre os bombardeios na antiga Iugoslávia e sobre a contribuição, especificamente neste caso, dos países do Ocidente Europeu. Foi falado sobre a construção de novas pontes; neste caso, ao invés, foram destruídas muitas delas, não só pontes reais, mas também simbólicas: entre os povos e entre os cristãos; muitas igrejas cristãs foram atingidas. Obrigada!"  

Chiara: A minha impressão é esta, senhora: que na Iugoslávia e em outros lugares, no mundo de hoje, está acontecendo o que infelizmente sempre aconteceu na história, inclusive na época moderna, quando os homens não se reconhecem irmãos, além da cor da pele, da língua, da nacionalidade, da idade, do sexo, de tudo. É o que acontece. Portanto parece-me realmente que o remédio, que, no fundo, é tão simples, da fraternidade, de reconhecer-se como irmãos, seria um remédio útil, muito útil, gostaria de dizer necessário, para dar uma guinada a este nosso planeta. 

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“Deixe-se conduzir por Deus para onde Ele quiser”

Castel Gandolfo, 10 de fevereiro de 2002

Resposta de Chiara Lubich a Cristina, uma jovem da região dos Castelos Romanos, num encontro de Chiara com esta comunidade (10 de fevereiro de 2002). Ela dirige-se a Chiara de modo aberto, pronta a pegar o bastão com as suas consequências. “Deus tem um desígnio para você. Viva a vontade de Deus do momento presente e deixe-se conduzir por Ele! Viver apaixonados por um Deus que nos fitou”. Em seguida, Chiara indica uma atitude válida para todos: recomeçar, sempre, até chegar à meta.

Cristina: (...) lembrei-me de algumas frases que o Papa disse aos jovens, durante a última Jornada Mundial da Juventude e que também você, Chiara, nos disse: «Se vocês forem aqueles que devem ser, incendiarão o mundo inteiro». Percebo que grandes figuras da história, como vocês, apostam tudo nos jovens. O que fazer para estar à altura dessa herança que vocês nos deixam? Que escolhas devemos fazer para corresponder? Devemos doar a vida por estes grandes ideais?

Chiara: Claro, é esplêndido notar que as perguntas demonstram grandes aspirações, pois todos desejam dar o máximo, inclusive os jovens. 

Os jovens são privilegiados em relação às pessoas mais idosas, porque não possuem um passado que os condiciona, nem desilusões que pessoas mais idosas, como nós, sofreram e com as quais ficaram marcadas. Os jovens são livres e podem abraçar os maiores ideais. 

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Maria, rainha do mundo

(15-30 de agosto de 1959)

No princípio da revista Città Nuova (que nasceu para manter unidos os participantes da última Mariápolis nas Dolomitas), respirava-se um clima novo, revolucionário para a mentalidade da época. Evangelho vivido. O artigo de 30 de agosto de 1959, (no dia 22 se comemorava a festa de Maria Rainha) assinado por Chiara, resulta um manifesto de Doutrina social, no qual convida os povos a se amarem até chegarem à unidade, ultrapassando os próprios confins…debelando as guerras...

Distingue-se uma presença, um vínculo escondido, vivo em cada país: Maria, Mãe e Rainha dos povos.

Se um dia os homens, não como indivíduos, mas como povos; se um dia os povos souberem pospor-se a si mesmos, à ideia que têm de suas pátrias, a seus reinos, e ofertá-los como incenso ao Senhor, Rei de um Reino que não é deste mundo, Guia da História; se fizerem isto pelo amor recíproco entre os Estados que Deus exige, como exige o amor mútuo entre os irmãos, aquele dia será o início de um tempo novo, porque naquele dia, tal como é viva a presença de Jesus entre dois que se amam em Cristo, Ele estará vivo e presente entre os povos, posto finalmente em seu devido lugar de único Rei, não só dos corações mas das nações: será o Cristo-Rei.

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Abdicação total

Randogne (CH), 11 de agosto de 1982

Durante anos, na Suíça, no período do verão, sempre se comemorava a tradicional festa do onomástico de Chiara Lubich. Depois de ter pedido ao bispo Acácio para dizer uma palavra, ela comunica o seu pensamento, que soa como um “viático: desafia todos a aprender com santa Clara de Assis a abdicar a si mesmo, deixando que Cristo viva em nós. 

E nós? Do mesmo modo, para que o Ressuscitado permaneça entre nós.

(…) Li hoje de manhã, uma vez que é a festa de santa Clara de Assis, a bula de canonização desta grande, grandíssima santa da nossa Igreja. É uma bula que merece ser lida porque é maravilhosa! Não sei quantas vezes se repetem as palavras "claridade", "luz", "clareza", "fulgor", "lâmpada", tudo isso significa luz, luz luminosíssima, etc. Hoje, porém, não foi este o aspecto que mais me impressionou como das outras vezes, mas me impressionou uma palavra escrita na bula de canonização de santa Clara. Diz que Clara de Assis abdicou, abdicou a si mesma renunciando, justamente pela vocação à pobreza, completamente a si mesma para que Cristo vivesse nela.

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A lua que cresce

Sierre, 22 de agosto de 1996

Com o desafio evangélico, que alcança todos os membros do “seu povo” que nasceu do Evangelho, Chiara Lubich é um exemplo para eles: “nós seguimos Jesus?  Não basta”, e nos questiona. 

É necessário percorrer o Seu caminho, o caminho do amor, um amor dinâmico, em contínuo crescimento, aprimorado com quatro modos típicos.  (cf. Palavra de Vida do mês de agosto)

Ela oferece algumas reflexões sobre o amor verdadeiro tiradas dos 365 Pensamentos sobre o amor,  confirmando o convite de ‘crescer como a lua’.

Caríssimos,

(…) 

Creio que todos vocês, que normalmente escutam este pensamento, já procuram viver a frase: "És tu, Senhor, o meu único bem", referida a Jesus crucificado e abandonado, e concluem: "com Maria Desolada".

Esta deve ser a base da nossa vida espiritual para podermos realizar com proveito a nossa santa viagem cotidiana. De fato, de alguma forma nos torna dignos de seguir Jesus. Ele quer que amemos a cruz ("tome a sua cruz") e que nos desapeguemos de tudo ("renegue a si mesmo"). "Se alguém quer vir após mim..." (Mt 16, 24), conhecemos as Suas exigências.

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Jesus na “Expô de 1958”

17 de abril 1958

Folheando antigas publicações de Città Nuova, revista fundada por Chiara Lubich em 1956 e que se revelou desde o início um tesouro dos seus escritos e pensamentos espirituais, pode acontecer de encontrar intactas ali a atmosfera de uma época, fatos e notícias inéditas de países onde o Movimento se consolidava.  

Observamos isso no editorial de 20 de abril de 1958 com o título “Jesus na Expô de 1958”, assinado por ela (marcada por três asteriscos) 

De maneria incisiva e eficaz, a autora descreve as suas impressões depois de uma visita à 'Expô’ de Bruxelas na primavera daquele mesmo ano.

Ela começa pelo Atomium, o símbolo do átomo que “se sobressai, porque pode ser visto de muitos lugares da cidade e caracteriza a 'Expô’, que apresenta as descobertas e os produtos da era atômica”. Chiara estava na Bélgica durante a semana da Páscoa: o Movimento começava a dar os primeiros passos além dos Alpes, no coração da Europa.

Pode-se perceber a grande impressão que esta visita suscitou.

No dia 17 de abril foi inaugurada a Exposição internacional de Bruxelas. Nós a visitamos dias atrás, quando os pavilhões ainda estavam sendo construídos e os vários países não tinham ainda exposto os produtos da própria terra e as suas descobertas científicas. Mas, vendo de fora, pudemos ter uma ideia do que estão mostrando agora ao mundo inteiro.

É realmente uma coisa majestosa. As grandes potências, os grandes países  dos cinco continentes capricharam para expor os seus melhores produtos. 

Vendo Bruxelas nestes dias, podemos afirmar de conhecer muito do progresso moderno.

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“A nossa prioridade”

Castel Gandolfo, 29 de abril de 1999

No encontro planetário de 29 de abril de 1999 com a sua ‘família’ espalhada pelo mundo, Chiara - de Castelgandolfo - doa a última experiência do seu relacionamento com Deus, a oração. 

As palavras “Por Ti” dirigidas a Deus antes de cada ação é exigente, requer o amor mútuo acima de tudo, até chegar à unidade para poder oferecer Jesus ao mundo, seguindo e imitando Maria.

Neste ano queremos aprofundar o nosso relacionamento com Deus, a oração. (…)

Este é o nosso dever cotidiano, e naturalmente, eu também sigo esta linha.

 Dias atrás eu fiz o propósito (como outras pessoas da Obra, espero) de – como Jesus diz e deseja – "rezar sempre", oferecendo-lhe cada ação precedida por um "Por Ti". Com a graça de Deus, eu me mantive particularmente fiel a esse propósito. Assim, à noite, num colóquio com Deus, perguntei-lhe se estava satisfeito comigo. Caso contrário que me corrigisse. 

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Muitas pessoas, em muitos lugares, se encontraram com Chiara. Ficaríamos agradecidos a todos aqueles que nos mandarem recordações, documentos inéditos, fotos...
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