Roma, 1963

Um convite para experimentar a alegria do Evangelho

Às vezes, Senhor, em meio às vaidades que circulam pelas ruas da cidade, entre a frivolidade e a superficialidade, a tristeza e a pressa do homem, de cada homem que passa, o roçagar de um hábito de freira, a silenciosa e angélica passagem de uma  “irmãzinha de Foucauld” em seu aspecto decididamente modesto, falam ainda às nossas almas do ideal do seu fundador, que “gritou” o Evangelho com a sua vida.

E renasce então em nós, mais veemente, o desejo de “dizer-te” também nós, de  “gritar-te” também nós... Mas como podemos, com a nossa simples passagem, “dar-te” ao mundo, “dizer-te” ao mundo, testemunhar-te, pregar-te, nós que nos vestimos como todos, que nos confundimos agora com todos, como Maria no seu tempo, como Jesus? Em que poderão reconhecer-te?

E do coração brota nova a resposta evangélica, a tua solução ao nosso quesito: «Nisto reconhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros» (João 13, 35). Eis o hábito dos cristãos comuns, que, velhos e jovens, homens ou mulheres, casados ou não, adultos e crianças, doentes ou sadios, podem vestir para gritar, em toda parte e sempre, com a própria vida, Aquele em que creem, Aquele a quem querem amar.

Chiara Lubich

(Fragmentos, Cidade Nova, São Paulo – 2005, pág. 75-76)

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